Se o carro puxa o cachorro
e o cachorro puxa o rabo
do ponto de vista dele (o rabo)
não há problemas em balançar
Mas se o rabo, puxa-vida,
puxasse o cachorro,
cachorros de rabos cortados
viveriam pela metade
Por isso disse ao veterinário: mitose.
Eu, que não sou rabo nem cachorro,
me preocupo onde meto meu nariz,
para que não fique triste,
ou viciado
Ainda assim volto pra casa embriagado
às vezes sólido, às vezes líquido,
já que nada se cria e tudo se transforma,
mas com uma felicidade só minha
Resultado disso: Van Gogh com Picasso
Não é questão de ângulo,
talvez papo de bêbado,
mas nunca um pé sadio
será mais feliz que olhos míopes
E se eu, assim, meio Picasso
balançando igual rabo de cachorro
e latindo para carros
não derreto meu vício em tristeza
Digo ao veterinário: me (Van) Grogue
Putz... imagino q nem o Van Grog faria uma arte tão arte antes de chegar ao estado q vc estava qdo escreveu essa piração... ce tah usando drogas, Votu? (Espero q seja só o alcool)
ResponderExcluirum honra...
ResponderExcluirse a brincadeira de idéias e a livre associação de palavras é o "taiyostyle",
vc antropofagyzoy com o "edustyle" ao criar a narrativa e unidade condutora, como vejo em seus poemas, aquela linha que pode até percorrer labirintos, mas, com muita certeza, caminha pra frente.
se quiser investir no taiyostyle é simples: que tal perder a linha?
Pois é Taiyo, essa foi uma tentativa e uma homenagem, como disse ao Álvaro, gosto muito do jeito que vocês escrevem! Vivo tentando perder a linha, mas sou mto estruturado pra isso, quem sabe nos próximos!
ResponderExcluirEspero que tenha gostado!
Abraz
Luiz FernandoStyle
ResponderExcluirPutz... imagino q antes de Van Grog a arte faria uma arte tão arte antes que não seria possível fazer a piada e o texto de chegar ao estado q vc estava qdo escreveu essa piração... ce também tah usando drogas, Votu?
Aline BesouroStyle
"me (Van) Grogue"
combina comigo
eu
voc
nos otros