
Em silêncio
subitamente desgostoso
eu espio
5 minutos que irão sumir
após todas essas noites
e obrigo meus neurônios
concentrarem no quadro-a-quadro
de suas pernas semi-abertas
mal esticadas pela cama
seu cansaço sincero
sua beleza
amarrotada entre os lençóis
tentando apreender de nós
quem somos
porque o desejo
mais que o tempo
é de estarmos nós
Ai, que lindo. Saudade do tempo em que me escreviam poemas como esse.
ResponderExcluirbj, Edu
Sinto cheiro de poesia.
ResponderExcluirBelíssimo, gostei do blog :)
Até logo.
Versos exautos e satisfeitos: suspiro da poesia!
ResponderExcluirPerfeito!
Beijos,
Moni
suspiro....
ResponderExcluirMuito intimador este poema, parabéns!!!! Adorei!!!
ResponderExcluirbejo bejo
Hola amigo!
ResponderExcluirSimplesmente lindo!
Uma pontinha de nostalgía descobrindo-se dos lençóis.
Parabéns pelo blog.