
Sopra o vento alimentando a distância
de onde navega a nau em penitência
desterrada sem qualquer clemência
do povo em terra e sua ignorância
Da algazarra costeira ao silêncio marítimo
do calor terreno ao frio indócil
navega o barco pelo reino fóssil
num mar bravio de sacolejar sem ritmo
A mensagem atravessada de virtudes
e o povo em outros tempos cativado
seguem abandonando gentilmente
dando lugar ao eco negro da quietude
a um Deus por tantas eras celebrado
selando seu destino esquecido eternamente
Imagem: Jun Kumaori
Sua poesia é excelente.
ResponderExcluirHipocrisias à parte, desejo um lindo 2011 para vc.Bjs
Obrigado! Nao imaginava que a essa altura do campeonato fosse conquistar mais 2 leitores! Foco realmente mto feliz que tenham gostado!
ResponderExcluirInfelizmente ta meio difícil interagir esse fim de ano pq ando viajando pra La e pra ca, tentarei aparecer para postar semananlmente, como sempre e interagir.
Pink: entendo o lance da hipocrisia, mas um pouquinho dela nao faz mal pra ninguém! Desejo um com a mesma lindeza pra vc!!
José: obrigado pela visita cara! Entrarei la sim! Um grande 2011 pra vc tbm!