suponho que
o mundo ora dista
e ora se acerca
De fato,
sem nada,
vivemos tudo
no mesmo momento
E o embalo das horas
inexorável
faz-nos caminhar
como escravos do tempo
Prazer te encontrar
conhecer, esquecer
apaixonar
dando sentido ao que é viver
Fotos, figuras,
marcas e rastros
e cicatrizes
de amores gastos
Manias,
fescuras
de outros dias
em partes iguais
Nunca vistas,
e sempre aparentes,
revelam marcas
dos seus ancestrais
Seguindo seu rumo
sem norte, sem prumo
no caos e na ordem
do cerne de tudo
Entorta-se a vista
adequa-se a fonte
segue o padrão
que devora a gente
Num dia ou no outro
vive-se o máximo
doa-se o mínimo
chora contente
O prazer deslavado
de usar mal usado
cada trocado,
doado do tempo
Sem garbo,
requinte ou luxo
ignorando tudo,
pois viver é efêmero
o mundo ora dista
e ora se acerca
De fato,
sem nada,
vivemos tudo
no mesmo momento
E o embalo das horas
inexorável
faz-nos caminhar
como escravos do tempo
Prazer te encontrar
conhecer, esquecer
apaixonar
dando sentido ao que é viver
Fotos, figuras,
marcas e rastros
e cicatrizes
de amores gastos
Manias,
fescuras
de outros dias
em partes iguais
Nunca vistas,
e sempre aparentes,
revelam marcas
dos seus ancestrais
Seguindo seu rumo
sem norte, sem prumo
no caos e na ordem
do cerne de tudo
Entorta-se a vista
adequa-se a fonte
segue o padrão
que devora a gente
Num dia ou no outro
vive-se o máximo
doa-se o mínimo
chora contente
O prazer deslavado
de usar mal usado
cada trocado,
doado do tempo
Sem garbo,
requinte ou luxo
ignorando tudo,
pois viver é efêmero
gostei muito... especialmente disto:
ResponderExcluirO prazer deslavado
de usar mal usado
cada trocado,
doado do tempo
viver é efêmero e a única maneira de vivermos é ignorando esse fato :)
beijos
A idéia é essa mesmo! Viver suscita um monte de questões existenciais: devemos continuar pensando nelas, ou devemos ignorar e simplesmente tocar o barco?
ResponderExcluirFico mto feliz que esteja acompanhando!
Beijo!